Teatrix 2014 -Aulas e ensaios do grupo no Ecoetrix Parquescola
terça-feira, 27 de maio de 2014
terça-feira, 20 de maio de 2014
sexta-feira, 16 de maio de 2014
Sarau Ecoetrix-Veredas Inconfidentes
Grupo
itinerante de teatro anima Sarau
Direto de Santa Catarina para
Varginha. Grupo Peabiru se apresenta no Ecoetrix e arranca gargalhadas da
platéia com uma mistura de comédia e drama.
No último dia 25 de abril, o Parquescola Ecoetrix
trouxe uma novidade para o Sarau. Os artistas catarinenses, Vitor Ribeiro e
Renato Grecchi do grupo itinerante Peabiru. Na estrada desde janeiro, quando
saíram de Florianópolis, os jovens já passaram por mais de 15 cidades em cinco estados.
“Quando chegamos sentimos um certo estranhamento por parte da população de
Varginha. Mas tive uma ótima impressão no Sarau.”, revela Grecchi. O Peabiru
apresentou a peça, “Aquilo era só índio e bicho, lá no fundo do sertão.”, na
geodésica do Ecoetrix. A apresentação leva a uma reflexão sobre costumes e
crenças populares. Conforme reforça a coordenadora do Ecoetrix Marilaine
Rabelo, “Nada melhor que a arte para ensinar a história de maneira atraente e
eficaz.” Após a apresentação os artistas passaram o ‘chapéu solidário’ o grupo
não cobra cachê e continua a caminhada com
a colaboração livre do público, “nossa maior dificuldade são as
restrições financeiras. Mas em contrapartida a satisfação é enorme quando vemos
o sorriso e o agradecimento da platéia.”, conta Ribeiro. A caminhada dos jovens artistas pode ser
conferida no blog: peabiruteatro.blogspot.com.br
Noite de atrações
A noite de sexta-feira, no Parquescola, não se
resumiu a apresentação dos catarinenses. Como sempre o Ecoetrix também valoriza
e destaca os artistas locais. Diversas
atrações animaram quem foi conferir o Sarau ‘Veredas Inconfidentes’. A começar com a exposição de quadros de Kaká
Chazz. O som ficou por conta de Luciano Vitor com sua apresentação acústica.
Eder Oliveira também agitou a noite com seu violão. Para fechar com maestria Tchu Lecter
hipnotizou os expectadores com sua dança tribal fusion que envolve uma mistura
de estilos.
Fique Ligado
A equipe do Parquescola Ecoetrix já prepara o Sarau
de Maio. Mais informações sobre agenda e trabalhos do grupo pelo telefone (35)
3221-9537, ou na sede em Varginha, que fica na Rua Domingos Pereira Braga, 75,
Centro. Conheça também o Parquescola em São Tomé das Letras na montanha do
Canta Galo, ou pelo site: www.ecoetrix.com.br
terça-feira, 13 de maio de 2014
Bioconstruix-Arquitetura da transformação
Biocontruix
Bem vindo à Arquitetura da Transformação
Sobre nossos sonhos
Vários são os cursos de Bioconstrução no Brasil. Mais
cursos que obras.
O sonho pelo qual nos empenhamos é o de uma mudança
significativa na maneira de fazer arquitetura no país. Não nos permitimos
resignar, pois ainda há muito a ser feito e não podemos mais admitir que o meio
ambiente perca suas riquezas naturais em virtude do modo convencional de
produzir o habitat.
Sonhamos que uma Arquitetura transformadora venha à
tona representando mais saúde e humanização nos espaços de moradia, com o
mínimo impacto ambiental. Para isso acontecer, apenas a difusão de técnicas não
é suficiente. A sociedade não mudará sua forma de construir apenas porque algumas
pessoas sabem construir diferente, pois formas de construir são expressões de
um modo de pensar, de ser, de visão de mundo, sistema de crenças e valores.
Mesmo hoje, com milhares de pessoas que já fizeram cursos de Bioconstrução no
Brasil, o que vemos por aí é muita resistência na maneira de pensar e fazer a
arquitetura, caindo na maioria das vezes no convencional: não ecológico e não
saudável.
Técnicas e materiais de Bioconstrução não são
apenas coisas a serem escolhidas numa estante de loja de materiais: elas são
formas de pensar diferente o habitar, pressupõe novas maneiras de diálogo com a
vida, pressupõe valores de colaboração e compromisso grupal. Estes são os
princípios a serem explorados no caminho da manifestação da arquitetura
ecológica no Brasil.
O que o momento nos pede?
É necessário pessoas! Pessoas pensando diferente!
Que entendam, sintam e assumam o compromisso de promover uma mudança na forma
de produzir o habitat. Que disponham suas habilidades pessoais para propor ao
mundo não apenas formas diferentes de construir, mas novas geometrias
relacionais, novas maneiras de ser e encarar a evolução necessária.
Qualquer interessado em técnicas tem a disposição
na internet incontáveis sites repassando informações e ensinamentos. Foi assim
que grande parte dos profissionais da Bioconstrução no Brasil, que hoje atuam
em cursos e etc., aprendeu. Contudo é preciso ir além da técnica pela técnica,
pois do contrário, levamos para o mundo uma proposta rasa e sem fundamento que
confrontada com o convencional pode gerar resistências, boicotes e
auto-sabotagem, por quê?
Aqui nós queremos e precisamos de algo a mais! O
sonho de uma arquitetura ecológica no Brasil tem mais de 30 anos, mas seu
impacto na maneira efetiva de realização arquitetônica tem sido pouco
significativo, embora existam ótimos projetos, a manifestação ainda é tímida.
É preciso desvelo para provocar primeiro em nós
mesmos um pensamento integrado, orgânico. A arquitetura não vai mudar apenas
pela mudança da técnica. Ao cabedal técnico deve se unir mais inteligências: a
maneira de pensar e criar projetos deve ser diferente, a maneira de gestar a
construção e organizar pessoas também. Além disso, nossa grande inquietação: A
mudança deve ser bem mais ampla e ao mesmo tempo mais profunda, como engendra-la?
Ponto de partida humano
Note, não somos feitos apenas de certezas e saberes
técnicos, é nossa incompletude que nos move. No Bioconstruix compartilharemos
as nossas certezas e incertezas, pois sabemos que a realização da tarefa maior
depende de muito mais pessoas, de muitas outras habilidades. Decidimos apostar em
um curso que não apenas forneça conhecimentos, mas que também esteja aberto aos
conhecimentos e maneiras de ser e fazer das pessoas que se juntarem ao curso.
Um exercício sinérgico a fim de enriquecer a Bioconstrução e a Arquitetura Ecológica
no Brasil.
Facilitadores-
1-Gugu Costa, arquiteto - projetos sustentável, bioescultura e sistema
cobra
2-Seba Martins, bioconstrutor - Hiper adobe e calfitice
3-Sandra Ferreira, mosaicista - Arte e revestimentos em mosaico
4-Eliézio Souza e Luis Halat, bambuzeiros - Construção com bambu
5-Samuel Protetti, eng. Ambiental - Taipa de pilão
6-Carlos Rabana, bioconstrutor - Geodésicas
7-Fernando - Arte em ferrocimento (a confirmar)
1-Gugu Costa, arquiteto - projetos sustentável, bioescultura e sistema
cobra
2-Seba Martins, bioconstrutor - Hiper adobe e calfitice
3-Sandra Ferreira, mosaicista - Arte e revestimentos em mosaico
4-Eliézio Souza e Luis Halat, bambuzeiros - Construção com bambu
5-Samuel Protetti, eng. Ambiental - Taipa de pilão
6-Carlos Rabana, bioconstrutor - Geodésicas
7-Fernando - Arte em ferrocimento (a confirmar)
Investimento-
VALOR CONSCIENTE - R$ 800,00 -
VALOR SOLIDÁRIO- R$ 750,00 - Valor até o dia 5 de junho -
Inclui nesse valor
4 refeições saudáveis
Camping com banho quente
9 dias de aprendizado
material teórico disponibilizado após o curso
Certificado digital.
As inscrições estão abertas
Informações:
Contatos: 35 3221-9537
35 8708-2042 (Marilaine)
35 8804-0923 (Aída)
ecoetrix@hotmail.com
Inclui nesse valor
4 refeições saudáveis
Camping com banho quente
9 dias de aprendizado
material teórico disponibilizado após o curso
Certificado digital.
As inscrições estão abertas
Informações:
Contatos: 35 3221-9537
35 8708-2042 (Marilaine)
35 8804-0923 (Aída)
ecoetrix@hotmail.com
sábado, 3 de maio de 2014
PDC-Design em Permacultura
Parquescola Ecoetrix promove:
Data-19 a 26 de Julho de 2014
Local-Parque de Permacultura Ecoetrix-Varginha-MG
Facilitadores-Marcos Ninguém e Peter Webb
As inscrições estão abertas
Investimento-
VALOR CONSCIENTE-R$750,00
VALOR SOLIDÁRIO 700,00 até o dia 5 de junho -
Permacultura-
Permacultura é um sistema de "design" para a criação de ambientes humanos sustentáveis e produtivos em equilíbrio e harmonia com a natureza. A Permacultura foi desenvolvida no início dos anos 1970 na Austrália por Bill Mollison (Mollison ganhou no ano 2000 o prêmio “Nobel Alternativo” (Prémio Nobel Alternativo, em inglês Right Livelihood Award (“Prêmio da Sustentabilidade”) - a afamada medalha VAVILOV da academia Soviética de Ciências e recentemente foi declarado o Ecologista do Século na Austrália) e David Holmgren, unindo culturas ancestrais sobreviventes com os conhecimentos da ciência moderna. A palavra originou-se da expressão "permanent agriculture", porém hoje, devido a sua maior abrangência, a expressão inicial foi substituída por "cultura permanente".
A permacultura não se enquadra em nenhuma disciplina, sendo na prática um arcabouço de conhecimento transdisciplinar, abrangendo desde agricultura, arquitetura, design, ciências naturais, economia solidária, etc... A Permacultura trata de elementos como plantas, animais, edificações e infra-estruturas (água, energia, comunicações), bem como, dos relacionamentos que podemos criar entre eles conforme sua composição em um terreno, ou seja, podemos dizer que o objeto de estudo desta ciência é o planejamento e coeficiente de ambientes humanos sustentáveis. O permacultor é um designer que projeto cidades sustentáveis, bairros ecológicos, condomínios ecológicos, ecovilas, escolas sustentáveis e casas ecológicas.
Serão feitas ações inaugurando o Parque Ecoetrix de Permacultura
em Varginha.
Informações:
Contatos: 35 3221-9537
35-87082042(Marilaine)
35-88040923(Aída)
parquescolaurbano@hotmail.
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Quem é Varginha?
![]() |
| Foto do site Observatório do esporte |
130 anos e cerca de 130 mil habitantes, o binômio
idade-população aponta um desafio: quem é Varginha? Se quisermos uma resposta
fiel à pergunta é preciso reconhecer sua complexidade. O que tem em comum uma
família varginhense do bairro São Geraldo com uma família do bairro Santana?
Qual é o principal cartão postal da cidade? Sua atividade econômica
predominante? A essência do turismo municipal? Sua principal influência
regional? O ponto forte da arte local? São perguntas que, mesmo aparentemente
simples, poderiam causar embaraço tanto a suposta família do bairro São Geraldo
quanto à do bairro Santana. Por quê?
Se olharmos a cronografia histórica de Varginha é fácil
identificar, sem dificuldades, que desde sempre a cidade se inclinou ao
crescimento. Sendo assim, é mister o questionamento: se o crescimento era
evidente porque não nos preparamos? Hoje temos desafios poderosos, muitos dos
quais não temos estrutura para enfrentar. É o caso do trânsito que atualmente
passa por readaptações. Uma questão envolvida com todas as anteriores, capaz de
ajudar a compreendê-las: existe uma cultura genuinamente varginhense? Qual é?
Varginha tem um estádio municipal compatível com grandes eventos, esportivos e
diversos, contudo não é utilizado em seu pleno potencial. Varginha contou com
um cinema que seria destaque em qualquer lugar do mundo, há muito está fechado.
Varginha tem um dos maiores parques florestais urbanos do país, fechado.
Varginha tem um contingente de praças considerável, muitas abandonadas. Existe
em Varginha uma concha acústica que acompanha o maior e mais belo conjunto de
praças centrais do sul de minas, pouco utilizada. Isso só para ficar no que
existe, pois se entrarmos nas obras não concluídas teríamos mais exemplos. Por
trás de obras monumentais e simbólicas uma característica comum da cultura
política da cidade: falta de planejamento integrado. Pensar que um estádio
envolve agremiações esportivas, associações comerciais, secretaria de turismo,
esporte, promoção social, educação, cultura e outras, pressupõe envolver um
conjunto de iniciativas capazes de mobilizar o orgulho e utilização coletiva do
bem público. Nesta lógica, a mesma fórmula se aplica aos outros exemplos.
Aí se descortina a arquitetura cultural fragmentada da
cidade que desconsiderou seu próprio crescimento e hoje se mostra estagnada em
um ponto intermediário entre um passado saudoso e um futuro desajustado. Não se
trata de promover uma caça às bruxas, apontando este ou aquele como responsável
pela condição de desinteresse coletivo observado na população. É hora de
pensarmos coletivamente a fim de explorar todas as possibilidades de afirmação
de uma cidade que almeja um futuro sustentável e de bem estar social. A vontade
coletiva, o senso de pertencimento, a efetiva participação está condicionada a
uma comunicação direta, sem discursos de palanque e falácias eleitoreiras.
Existe claramente uma demanda de se pensar a cidade através da própria cidade:
seus habitantes.
Quando você pensa em Varginha qual é a primeira imagem que
lhe surge na cabeça? Se a resposta lhe sugerir um problema, é porque precisamos
discutir soluções. É para estas soluções que precisamos de um debate aberto e
abrangente, envolvendo toda sociedade civil em seus múltiplos desdobramentos. O
Ecoetrix Parquescola está aberto ao diálogo e se posiciona pretensiosamente
como um centro sociocultural acessível e disposto a crescer com e para
Varginha, com e para as famílias do bairro São Geraldo e Santana, bem como
todas as famílias Varginhenses. Quem é Varginha? Precisamos descobrir.
Texto-Wender
Reis, 25 – Pedagogo do Ecoetrix Parquescola
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